Funcionários e pesquisadores japoneses da área de meteorologia estão nos
Estados Unidos para aprender a lidar com tornados. Mais de mil tornados
atingem os Estados Unidos a cada ano.
A Agência de Meteorologia do Japão e o Instituto de Pesquisa
Meteorológica enviaram 9 meteorologistas e pesquisadores aos Estados
Unidos no domingo.
A missão de pesquisa vem depois de forte tornado ter causado grandes danos próximo a Tóquio no mês passado.
Na quarta-feira, o grupo visitou um escritório da Administração
Atmosférica e Oceânica Nacional, em Oklahoma, nos Estados Unidos.
Um funcionário disse ao grupo que os meteorologistas com muita
experiência em tornados emitem alertas e avisos baseando-se em dados de
radar meteorológico e nas suas próprias observações.
Escrevendo noticiário que foi publicado pela NHK(Emissora pública do Japão). Quem quer ler notícias mais recentes, siga o link NHK World
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Subsídios para veículos ecológicos estimulam produção automobilística no Japão
A produção nacional de veículos no Japão registrou um aumento ano a ano
pelo oitavo mês consecutivo, seguindo-se à interrupção no fornecimento
de componentes decorrente do desastre de março de 2011.
As oito principais montadoras do país produziram 740.626 unidades em maio. Trata-se de um crescimento de 60,8% em relação ao ano anterior. Sete fabricantes registraram aumento ano a ano.
O crescimento geral é atribuído, principalmente, aos subsídios do governo para a compra de veículos ecológicos.
As oito principais montadoras do país produziram 740.626 unidades em maio. Trata-se de um crescimento de 60,8% em relação ao ano anterior. Sete fabricantes registraram aumento ano a ano.
O crescimento geral é atribuído, principalmente, aos subsídios do governo para a compra de veículos ecológicos.
Nova tecnologia permitiria que carros funcionem com energia elétrica conduzida pelos pneus
Cientistas japoneses mostraram que podem transmitir energia elétrica
através de pneus de borracha com sucesso. Os pesquisadores esperam que
isso possa estimular a criação de veículos elétricos que são
recarregados conforme percorram estradas adaptadas.
O grupo, liderado pelo professor Takashi Ohira, da Escola de Pós-Graduação da Universidade de Tecnologia de Toyohashi, apresentou o novo progresso à imprensa na quarta-feira.
Na apresentação, um conjunto de pneus foi colocado em cima de uma estrutura de alumínio. Quando eletricidade de alta frequência foi transmitida através da estrutura, uma lâmpada, conectada por fios aos dois pneus, acendeu.
Os cientistas dizem que apesar de os pneus de borracha normalmente funcionarem como isolantes, eles podem conduzir uma alta frequência de energia extra: em torno de um milhão de vezes mais alta que aquela da energia elétrica padrão.
Ohira disse que o grupo vai melhorar a tecnologia com a finalidade de criar carros ambientalmente corretos capazes de funcionar continuamente.
O grupo, liderado pelo professor Takashi Ohira, da Escola de Pós-Graduação da Universidade de Tecnologia de Toyohashi, apresentou o novo progresso à imprensa na quarta-feira.
Na apresentação, um conjunto de pneus foi colocado em cima de uma estrutura de alumínio. Quando eletricidade de alta frequência foi transmitida através da estrutura, uma lâmpada, conectada por fios aos dois pneus, acendeu.
Os cientistas dizem que apesar de os pneus de borracha normalmente funcionarem como isolantes, eles podem conduzir uma alta frequência de energia extra: em torno de um milhão de vezes mais alta que aquela da energia elétrica padrão.
Ohira disse que o grupo vai melhorar a tecnologia com a finalidade de criar carros ambientalmente corretos capazes de funcionar continuamente.
Afeganistão quer investimentos estrangeiros em mineração
Ministros de Estado do Afeganistão defenderam a realização de
investimentos estrangeiros no setor de mineração para ajudar a
reconstruir a economia do país.
O chanceler afegão Zalmay Rasool enfatizou sua esperança de que o desenvolvimento econômico resulte na melhora das condições de segurança do país. Palavras nesse sentido foram ditas na quinta-feira por Rasool durante uma conferência internacional, em Nova Délhi, na Índia.
O evento foi organizado por uma associação empresarial indiana para debater meios de ajudar o lado afegão a reerguer sua economia.
O Afeganistão possui enormes jazidas minerais inexploradas, incluindo cobre e ferro. Porém, poucas empresas estrangeiras atuam no país devido às condições instáveis de segurança.
O chanceler afegão Zalmay Rasool enfatizou sua esperança de que o desenvolvimento econômico resulte na melhora das condições de segurança do país. Palavras nesse sentido foram ditas na quinta-feira por Rasool durante uma conferência internacional, em Nova Délhi, na Índia.
O evento foi organizado por uma associação empresarial indiana para debater meios de ajudar o lado afegão a reerguer sua economia.
O Afeganistão possui enormes jazidas minerais inexploradas, incluindo cobre e ferro. Porém, poucas empresas estrangeiras atuam no país devido às condições instáveis de segurança.
Briga entre adolescentes na China transforma-se em motim
Uma briga entre meninos adolescentes na província de Guangdong, sul da
China, transformou-se em um motim entre trabalhadores que são migrantes
de outras áreas.
Um jornal relatou que, na segunda-feira, os trabalhadores reuniram-se na cidade de Zhongshan em frente a escritórios do governo e enfrentaram a polícia.
Muitos trabalhadores também se reuniram no dia seguinte próximo a escritórios do governo local e atiraram pedras. Há relatos de pessoas feridas.
A violência foi aparentemente desencadeada por uma briga entre um estudante local e um jovem trabalhador migrante da cidade de Chongqing.
Um relato da imprensa diz que após a intervenção de responsáveis pela segurança, que espancaram o trabalhador, parentes e outros trabalhadores começaram o motim.
Um jornal relatou que, na segunda-feira, os trabalhadores reuniram-se na cidade de Zhongshan em frente a escritórios do governo e enfrentaram a polícia.
Muitos trabalhadores também se reuniram no dia seguinte próximo a escritórios do governo local e atiraram pedras. Há relatos de pessoas feridas.
A violência foi aparentemente desencadeada por uma briga entre um estudante local e um jovem trabalhador migrante da cidade de Chongqing.
Um relato da imprensa diz que após a intervenção de responsáveis pela segurança, que espancaram o trabalhador, parentes e outros trabalhadores começaram o motim.
Destroços do tsunami japonês à deriva no Oceano Pacífico
O governo japonês estima que cerca de 1,5 milhão de toneladas de
escombros, como as casas destruídas pelo tsunami que atingiu o Japão em
março do ano passado, tenham sido levados pelas águas e estejam à deriva
no Oceano Pacífico. Anteriormente neste mês, até uma doca flutuante foi
encontrada na costa do Estado do Oregon nos Estados Unidos.
No Comentário de hoje, falamos com Nikolai Maximenko, pesquisador do Centro de Pesquisa Pacífico Internacional da Universidade do Havaí. Ele faz estudos sobre a projeção do movimento dos destroços do tsunami no Oceano Pacífico.
Perguntamos a ele como os destroços estão se espalhando pelo Oceano Pacífico.
O comentarista diz que durante os primeiros meses após o tsunami, os destroços estavam se deslocando do Japão rumo ao leste, carregados pelas correntes oceânicas e impulsionados pelos ventos e ondas.
Sob a influência do vento, os objetos mais leves, como pedaços de isopor e boias de pesca se moviam rapidamente. E alguns destes já haviam alcançado a costa oeste dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, objetos mais pesados que estavam em águas mais profundas, como redes, madeira e contêineres submersos ainda estariam nas cercanias do norte do Havaí, no meio do Pacífico Norte.
Os destroços continuarão se deslocando para o leste, e no final deste ano irão chegar à costa oeste americana. A influência dos destroços do tsunami na costa oeste deverá continuar por ainda um ou dois anos.
Os destroços são empurrados pelo vento e estima-se que eles se ramifiquem em direção ao norte e flutuem ao longo da costa do Alasca e depois prossigam rumo à Rússia.
A porção sulina vai recircular em direção ao sul e vai ser levada pelos ventos em direção ao Havaí, e ainda além rumo ao oeste, em direção à Asia.
Estes destroços podem trazer problemas, eles podem conter substâncias perigosas como gás, óleo ou plástico tóxico que estava armazenado em contêineres nos portos. Remover estas substâncias é tremendamente caro. Isto diz respeito tanto às regiões densamente povoadas como às mais remotas. A costa do Alasca, em várias áreas é de difícil acesso, portanto limpar estas áreas é uma tarefa que pode levar muitos anos.
Um outro problema são as espécies invasivas. Peixes tendem a seguir objetos flutuantes. Por isso, uma quantidade extraordinária de destroços do tsunami pode resultar na chegada de grandes montantes de espécies asiáticas, num fenômeno sem precedentes.
Estes destroços são um problema internacional. E o problema deve ser resolvido internacionalmente por meio de uma colaboração próxima entre diferentes governos e cientistas.
Este foi o Comentário.
No Comentário de hoje, falamos com Nikolai Maximenko, pesquisador do Centro de Pesquisa Pacífico Internacional da Universidade do Havaí. Ele faz estudos sobre a projeção do movimento dos destroços do tsunami no Oceano Pacífico.
Perguntamos a ele como os destroços estão se espalhando pelo Oceano Pacífico.
O comentarista diz que durante os primeiros meses após o tsunami, os destroços estavam se deslocando do Japão rumo ao leste, carregados pelas correntes oceânicas e impulsionados pelos ventos e ondas.
Sob a influência do vento, os objetos mais leves, como pedaços de isopor e boias de pesca se moviam rapidamente. E alguns destes já haviam alcançado a costa oeste dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, objetos mais pesados que estavam em águas mais profundas, como redes, madeira e contêineres submersos ainda estariam nas cercanias do norte do Havaí, no meio do Pacífico Norte.
Os destroços continuarão se deslocando para o leste, e no final deste ano irão chegar à costa oeste americana. A influência dos destroços do tsunami na costa oeste deverá continuar por ainda um ou dois anos.
Os destroços são empurrados pelo vento e estima-se que eles se ramifiquem em direção ao norte e flutuem ao longo da costa do Alasca e depois prossigam rumo à Rússia.
A porção sulina vai recircular em direção ao sul e vai ser levada pelos ventos em direção ao Havaí, e ainda além rumo ao oeste, em direção à Asia.
Estes destroços podem trazer problemas, eles podem conter substâncias perigosas como gás, óleo ou plástico tóxico que estava armazenado em contêineres nos portos. Remover estas substâncias é tremendamente caro. Isto diz respeito tanto às regiões densamente povoadas como às mais remotas. A costa do Alasca, em várias áreas é de difícil acesso, portanto limpar estas áreas é uma tarefa que pode levar muitos anos.
Um outro problema são as espécies invasivas. Peixes tendem a seguir objetos flutuantes. Por isso, uma quantidade extraordinária de destroços do tsunami pode resultar na chegada de grandes montantes de espécies asiáticas, num fenômeno sem precedentes.
Estes destroços são um problema internacional. E o problema deve ser resolvido internacionalmente por meio de uma colaboração próxima entre diferentes governos e cientistas.
Este foi o Comentário.
Governo japonês pede desculpas por não ter divulgado mapas de radiação em Fukushima
Funcionários do governo japonês pediram desculpas às comunidades em
torno da usina nuclear Fukushima 1 por não terem divulgado mapas
exibindo as áreas tidas como perigosas devido à radiação. Os mapas em
questão foram fornecidos pelos Estados Unidos imediatamente após o
início do desastre nuclear do ano passado.
Na quinta-feira, funcionários da Agência de Segurança Nuclear e Industrial pediram desculpas ao prefeito do vilarejo de Kawauchi, Yuko Endo. Todos os moradores locais foram forçados a deixar suas casas depois que o governo designou o vilarejo como uma zona de exclusão.
Segundo um dos funcionários da agência, um painel governamental que investiga o desastre chegou à conclusão de que as autoridades não respeitaram a vida e a dignidade da população local. O funcionário desculpou-se pela falha e acrescentou que o painel reiterou a importância da divulgação de informações.
O prefeito Endo, por sua vez, declarou que, caso o vilarejo tivesse recebido as informações, os moradores locais poderiam ter evitado se refugiar em locais com altos níveis de radiação.
Na quinta-feira, funcionários da Agência de Segurança Nuclear e Industrial pediram desculpas ao prefeito do vilarejo de Kawauchi, Yuko Endo. Todos os moradores locais foram forçados a deixar suas casas depois que o governo designou o vilarejo como uma zona de exclusão.
Segundo um dos funcionários da agência, um painel governamental que investiga o desastre chegou à conclusão de que as autoridades não respeitaram a vida e a dignidade da população local. O funcionário desculpou-se pela falha e acrescentou que o painel reiterou a importância da divulgação de informações.
O prefeito Endo, por sua vez, declarou que, caso o vilarejo tivesse recebido as informações, os moradores locais poderiam ter evitado se refugiar em locais com altos níveis de radiação.
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