A dependência da energia nuclear para a geração de eletricidade no Japão
no ano fiscal de 2011 foi menor do que em qualquer outro ano desde
1977.
A Federação das Companhias de Energia Elétrica do Japão informa que, no
ano fiscal encerrado em março, a dependência de energia nuclear para a
geração de eletricidade caiu para 10,7%, com baixa de 18 pontos
percentuais em relação ao ano anterior. Foi o índice mais baixo
registrado desde 1977, quando o país contava com apenas 14 reatores
nucleares.
Segundo a entidade, a produção total de eletricidade no Japão foi de 955
bilhões de quilowatts-hora no ano fiscal de 2011, cerca de 5% a menos
do que no ano anterior. O motivo foi a progressiva paralisação dos
reatores nucleares do país após o acidente na usina Fukushima 1.
Por sua vez, a geração de eletricidade por termoelétricas teve uma
elevação acentuada. Exatos 39,5% da produção de eletricidade no ano
passado dependeu de gás natural liquefeito, com aumento de dez pontos
percentuais em relação ao ano anterior.
Escrevendo noticiário que foi publicado pela NHK(Emissora pública do Japão). Quem quer ler notícias mais recentes, siga o link NHK World
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Maior feira de brinquedos do Japão tem início em Tóquio
A maior exposição de brinquedos do Japão teve início em Tóquio na
quinta-feira. Mais de 140 empresas do Japão e de outros países estão
expondo por volta de 35.000 produtos no anual International Tokyo Toy
Show.
As maiores atrações deste ano são brinquedos que têm características de smartphones.
As maiores atrações deste ano são brinquedos que têm características de smartphones.
Realizado funeral do príncipe japonês Tomohiko de Mikasa
O funeral do príncipe Tomohito de Mikasa, um primo do imperador Akihito, ocorreu em um cemitério de Tóquio na quinta-feira.
O príncipe Tomohito morreu na quarta-feira da semana passada com 66 anos, depois de uma batalha de mais de 10 anos contra o câncer.
O príncipe Tomohito morreu na quarta-feira da semana passada com 66 anos, depois de uma batalha de mais de 10 anos contra o câncer.
Reforço na campanha antiterrorismo do Quênia
Desde alguns meses atrás, este ano, o Quênia tem testemunhado vários
ataques armados contra locais públicos. Acredita-se que a série de
atentados seja de autoria do grupo militante al-Shabaab, da Somália. A
situação chegou ao ponto de representar uma ameaça à segurança interna
no Quênia. Recentemente, o governo queniano lançou uma campanha
antiterrorismo para garantir a segurança da população e de turistas
estrangeiros.
Neste Comentário, uma entrevista com Leslie Mwachiro, veterano político que é coordenador da Comissão de Reconciliação e Diálogo Nacional do Quênia. A comissão foi formada em 2007 para promover a reconciliação entre grupos tribais que entraram em confronto após a eleição geral. Mwachiro nos fala da situação de insegurança nacional.
- Que campanha o governo do Quênia realizou para fazer frente aos atentados no país?
"O governo iniciou uma campanha chamada de 'Operação Linda Nchi', que significa 'Operação para Proteger o País'. Forças foram despachadas para perseguir os militantes al-Shabaab, que são provenientes da Somália ou se escondem na Somália. São terroristas daquele país e o Quênia está em seu encalço."
"No momento, há um reforço na segurança em áreas em que o Quênia faz fronteira com a Somália para controlar a entrada de estrangeiros. Além disso, medidas de segurança estão em vigor em todos os locais públicos em território queniano, inclusive restaurantes, hospitais, terminais de ônibus e hotéis. A população tem sido advertida para se manter alerta a respeito de situações suspeitas e a comunicar a agentes de segurança sempre que perceba algo."
- Por que o Quênia deu início à campanha para garantir a segurança da população e de turistas de outros países?
"Com certeza, é muito ruim o que os estrangeiros fizeram com o nosso país. Vale lembrar que, em 1998, terroristas da Al Qaeda vieram realizar o atentado a bomba contra a Embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, mas o atentado acabou matando e ferindo quenianos."
"No ano passado, terroristas atacaram um hotel em Mombasa, com o fim de atingir americanos e israelenses, mas mataram 11 quenianos. Assim, foi necessário lançar esta campanha para enfrentar o problema, ainda que o problema tenha tido origem na Somália. Se os terroristas lutam contra seus inimigos, convém que os persigam em suas nações, não no Quênia. Se vencermos esta guerra, o Quênia estará livre de atentados terroristas."
Neste Comentário, uma entrevista com Leslie Mwachiro, veterano político que é coordenador da Comissão de Reconciliação e Diálogo Nacional do Quênia. A comissão foi formada em 2007 para promover a reconciliação entre grupos tribais que entraram em confronto após a eleição geral. Mwachiro nos fala da situação de insegurança nacional.
- Que campanha o governo do Quênia realizou para fazer frente aos atentados no país?
"O governo iniciou uma campanha chamada de 'Operação Linda Nchi', que significa 'Operação para Proteger o País'. Forças foram despachadas para perseguir os militantes al-Shabaab, que são provenientes da Somália ou se escondem na Somália. São terroristas daquele país e o Quênia está em seu encalço."
"No momento, há um reforço na segurança em áreas em que o Quênia faz fronteira com a Somália para controlar a entrada de estrangeiros. Além disso, medidas de segurança estão em vigor em todos os locais públicos em território queniano, inclusive restaurantes, hospitais, terminais de ônibus e hotéis. A população tem sido advertida para se manter alerta a respeito de situações suspeitas e a comunicar a agentes de segurança sempre que perceba algo."
- Por que o Quênia deu início à campanha para garantir a segurança da população e de turistas de outros países?
"Com certeza, é muito ruim o que os estrangeiros fizeram com o nosso país. Vale lembrar que, em 1998, terroristas da Al Qaeda vieram realizar o atentado a bomba contra a Embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, mas o atentado acabou matando e ferindo quenianos."
"No ano passado, terroristas atacaram um hotel em Mombasa, com o fim de atingir americanos e israelenses, mas mataram 11 quenianos. Assim, foi necessário lançar esta campanha para enfrentar o problema, ainda que o problema tenha tido origem na Somália. Se os terroristas lutam contra seus inimigos, convém que os persigam em suas nações, não no Quênia. Se vencermos esta guerra, o Quênia estará livre de atentados terroristas."
Nakaima reage contra uso do avião de tipo Osprey
O governador da província japonesa de Okinawa, Hirokazu Nakaima,
declarou que o mais recente acidente envolvendo o avião de tipo Osprey
aumenta a impressão de que este tipo de aeronave com motor inclinado
tende a sofrer frequentes acidentes.
Falando à NHK, na quinta-feira sobre a notícia de queda de um Osprey nos Estados Unidos, Nakaima mencionou que acidentes envolvendo este tipo de aeronave têm de acabar.
A notícia do acidente surgiu um dia depois de Okinawa ter recebido um informe da Marinha sobre o Osprey, afirmando que o avião não causa nenhum impacto significativo contra o meio ambiente.
No que tange às inquietações de Okinawa referentes à questão de segurança, o informe da Marinha diz que a taxa de ocorrência de acidentes é inferior à de helicópteros velhos que deverão ser substituídos pelos Ospreys.
Nakaima disse ainda que a Cidade de Ginowan, onde a Base Aérea de Futenma se encontra, deverá realizar uma manifestação no domingo contra o uso deste tipo de aeronave.
Falando à NHK, na quinta-feira sobre a notícia de queda de um Osprey nos Estados Unidos, Nakaima mencionou que acidentes envolvendo este tipo de aeronave têm de acabar.
A notícia do acidente surgiu um dia depois de Okinawa ter recebido um informe da Marinha sobre o Osprey, afirmando que o avião não causa nenhum impacto significativo contra o meio ambiente.
No que tange às inquietações de Okinawa referentes à questão de segurança, o informe da Marinha diz que a taxa de ocorrência de acidentes é inferior à de helicópteros velhos que deverão ser substituídos pelos Ospreys.
Nakaima disse ainda que a Cidade de Ginowan, onde a Base Aérea de Futenma se encontra, deverá realizar uma manifestação no domingo contra o uso deste tipo de aeronave.
Principais partidos políticos japoneses chegam a um acordo sobre órgão regulatório nuclear
Os três principais partidos políticos do Japão alcançaram um acordo
final a respeito de um projeto de lei para estabelecer uma nova
organização regulatória nuclear.
Representantes do partido governista, o Partido Democrata, e de dois partidos de oposição, o Partido Liberal Democrático e o Partido Komei, selaram o acordo na quinta-feira.
O acordo prepara o terreno para o lançamento de uma nova comissão regulatória até setembro. A independência da comissão seria legalmente garantida. A atual Agência de Segurança Nuclear e Industrial pertence ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria.
Uma questão final, que foi resolvida na quinta-feira com o acordo, envolvia um conselho que seria criado no gabinete do Japão, encarregado de estudar medidas de prontidão para desastres nucleares.
O primeiro-ministro presidiria o mencionado conselho, que consistiria de todos os ministros do gabinete. O chefe da nova comissão regulatória seria o vice-presidente do conselho, junto com o secretário-chefe do gabinete e o ministro do Meio Ambiente.
Representantes do partido governista, o Partido Democrata, e de dois partidos de oposição, o Partido Liberal Democrático e o Partido Komei, selaram o acordo na quinta-feira.
O acordo prepara o terreno para o lançamento de uma nova comissão regulatória até setembro. A independência da comissão seria legalmente garantida. A atual Agência de Segurança Nuclear e Industrial pertence ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria.
Uma questão final, que foi resolvida na quinta-feira com o acordo, envolvia um conselho que seria criado no gabinete do Japão, encarregado de estudar medidas de prontidão para desastres nucleares.
O primeiro-ministro presidiria o mencionado conselho, que consistiria de todos os ministros do gabinete. O chefe da nova comissão regulatória seria o vice-presidente do conselho, junto com o secretário-chefe do gabinete e o ministro do Meio Ambiente.
Governo japonês deve reiniciar dois reatores nucleares na província de Fukui
O governo do Japão está para decidir oficialmente no sábado a respeito
do religamento de dois reatores nucleares localizados na costa do Mar do
Japão, na província de Fukui.
Os dois reatores estão entre os cinquenta reatores que estão suspensos no Japão depois do desastre nuclear em Fukushima em março de 2011.
Na quinta-feira, o prefeito da cidade de Ooi, Shinobu Tokioka, disse à assembleia municipal que ele havia decidido aceitar o pedido de religamento dos reatores vindo do governo central. Mais tarde, ele se encontrou com o governador Issei Nishikawa, da província de Fukui, para transmitir sua decisão.
Tokioka citou o pedido do primeiro-ministro Yoshihiko Noda para que os reatores sejam reiniciados a fim de atender a demanda de energia. O prefeito também fez referência à avaliação de um painel de segurança nuclear estabelecido pela província.
O governador Nishikawa disse a Tokioka que ele tomará sua própria decisão baseando-se na vontade da cidade e da assembleia provincial.
Em uma reunião na quinta-feira, a assembleia deixou efetivamente a decisão sob a responsabilidade do governador.
Os dois reatores estão entre os cinquenta reatores que estão suspensos no Japão depois do desastre nuclear em Fukushima em março de 2011.
Na quinta-feira, o prefeito da cidade de Ooi, Shinobu Tokioka, disse à assembleia municipal que ele havia decidido aceitar o pedido de religamento dos reatores vindo do governo central. Mais tarde, ele se encontrou com o governador Issei Nishikawa, da província de Fukui, para transmitir sua decisão.
Tokioka citou o pedido do primeiro-ministro Yoshihiko Noda para que os reatores sejam reiniciados a fim de atender a demanda de energia. O prefeito também fez referência à avaliação de um painel de segurança nuclear estabelecido pela província.
O governador Nishikawa disse a Tokioka que ele tomará sua própria decisão baseando-se na vontade da cidade e da assembleia provincial.
Em uma reunião na quinta-feira, a assembleia deixou efetivamente a decisão sob a responsabilidade do governador.
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