A negociação direta das moedas japonesa e chinesa teve início em Tóquio, na sexta-feira.
O sistema deverá aumentar o comércio e as transações financeiras entre as duas maiores economias da Ásia.
Corretores fizeram suas primeiras transações no início da sexta-feira
nos bancos japoneses. A taxa inicial de câmbio foi fixada em 12,33 ienes
por iuane. Funcionários do governo japonês e chinês concordaram em
permitir tais transações diretas no mês de dezembro passado.
O arranjo remove o procedimento intermediário de converter as moedas
para dólares, reduzindo assim as taxas de transação e diminuindo também
os riscos envolvidos na implementação das transações comerciais.
Escrevendo noticiário que foi publicado pela NHK(Emissora pública do Japão). Quem quer ler notícias mais recentes, siga o link NHK World
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Juros dos títulos do governo japonês registram o nível mais baixo dos últimos 9 anos
Os juros dos títulos do governo japonês atingiram, por um determinado
momento, o patamar mais baixo dos últimos 9 anos devido às preocupações
sobre um possível aumento nas incertezas da crise da dívida na Europa.
Temores sobre as condições fiscais na Espanha vêm aumentando as
preocupações de investidores em relação aos problemas da dívida pública
dos países europeus.
Em Tóquio, investidores compraram ativamente os títulos do governo japonês na sexta-feira, enquanto os preços das ações caíam e a moeda japonesa se valorizava frente a outras moedas.
Em um determinado momento, o rendimento dos títulos de 10 anos chegou a 0,805 por cento - o nível mais baixo desde julho de 2003.
Fontes do mercado afirmam que poderá haver mais investimento em títulos do governo japonês, dependendo do desdobramento da situação na Europa.
Em Tóquio, investidores compraram ativamente os títulos do governo japonês na sexta-feira, enquanto os preços das ações caíam e a moeda japonesa se valorizava frente a outras moedas.
Em um determinado momento, o rendimento dos títulos de 10 anos chegou a 0,805 por cento - o nível mais baixo desde julho de 2003.
Fontes do mercado afirmam que poderá haver mais investimento em títulos do governo japonês, dependendo do desdobramento da situação na Europa.
Euro chega ao nível de 96 ienes no mercado de câmbio de Tóquio
No mercado de câmbio de Tóquio, o euro foi negociado a um nível de 96
ienes na sexta-feira, seu nível mais baixo desde dezembro de 2000,
refletindo a preocupação sobre a crise na Espanha e temores de que os
problemas da dívida europeia possam se deteriorar ainda mais.
Em Tóquio, o iene foi vendido e despencou por um determinado momento, depois que o ministro das Finanças do Japão, Jun Azumi, deu indicações, na manhã de sexta-feira, de que poderá haver uma intervenção no mercado. Mas a moeda japonesa se recuperou em relação ao euro logo depois.
Às 17 horas, em Tóquio, o euro foi negociado entre 96,92 e 96,96 ienes, em uma queda de 0,82 iene em relação à quinta-feira.
Já o dólar teve uma desvalorização frente ao iene. A moeda americana estava sendo negociada entre 78,49 e 78,51 ienes, em um recuo de 0,31 iene.
Em Tóquio, o iene foi vendido e despencou por um determinado momento, depois que o ministro das Finanças do Japão, Jun Azumi, deu indicações, na manhã de sexta-feira, de que poderá haver uma intervenção no mercado. Mas a moeda japonesa se recuperou em relação ao euro logo depois.
Às 17 horas, em Tóquio, o euro foi negociado entre 96,92 e 96,96 ienes, em uma queda de 0,82 iene em relação à quinta-feira.
Já o dólar teve uma desvalorização frente ao iene. A moeda americana estava sendo negociada entre 78,49 e 78,51 ienes, em um recuo de 0,31 iene.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Parque da Paz de Hiroshima proíbe o fumo por um dia
O Parque da Paz de Hiroshima proibiu o fumo nas suas instalações na quinta-feira, junto com o Dia Mundial sem Tabaco.
O parque, que é dedicado às vítimas da bomba atômica lançada sobre a cidade, em 1945, tem 20 cinzeiros nas sua propriedade de 12 hectares.
Funcionários da cidade de Hiroshima colocaram tampas em todos os cinzeiros do parque na quinta-feira de manhã.
Sul-coreanos que fizeram trabalhos forçados querem indenizações de guerra
Sul-coreanos que foram obrigados a realizar trabalhos forçados em fábricas japonesas durante a Segunda Guerra Mundial estão exigindo o pagamento de indenizações, após uma recente decisão a favor deles tomada pela Suprema Corte da Coreia do Sul.
Um grupo de trabalhadores da Segunda Guerra Mundial e seus apoiadores fizeram uma passeata diante do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul, em Seul, na quinta-feira. Eles entregaram uma carta a um funcionário do ministério exigindo uma ação imediata por parte do governo sul-coreano.
A manifestação se seguiu a uma decisão histórica tomada pela Suprema Corte na semana passada. A decisão judicial reconhece, pela primeira vez, os direitos dos trabalhadores do período da guerra de exigir indenizações de empresas japonesas por terem sido forçados a trabalhar quando a Coreia era uma colônia do Japão.
A decisão da corte derruba um acordo firmado entre Japão e Coreia do Sul durante as negociações que culminaram na normalização das relações bilaterais, em 1965.
O acordo em questão diz que o Japão lidaria com questões envolvendo seu domínio colonial na forma de cooperação econômica, e não em reparações.
Religamento da usina nuclear de Ohi pode ser anunciado já na próxima semana
O governo japonês afirmou que espera anunciar o religamento da usina nuclear de Ohi já na próxima semana, caso consiga obter o consentimento da municipalidade e da província que abrigam a central geradora.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro Yoshihiko Noda reuniu-se com os ministros encarregados de questões nucleares, incluindo o secretário-chefe de gabinete, Osamu Fujimura, e os ministros Yukio Edano, da Economia e Indústria, e Goshi Hosono, do Gerenciamento da Crise Nuclear.
Eles concordaram que a maior parte das municipalidades próximas à usina consentem quanto ao religamento dela, mesmo com ressalvas. Porém, reconheceram que a cidade de Ohi e a província de Fukui permanecem indecisas a respeito.
O governo central afirma que vai enviar um funcionário de alto escalão a Fukui para explicar uma vez mais o compromisso com a segurança.
Uma vez que o consentimento local seja obtido, o gabinete do premiê Noda se reunirá novamente na próxima semana para tomar uma decisão final quanto ao religamento. Atualmente, todos os 50 reatores nucleares existentes em todo o Japão permanecem ser funcionar.
Cai a taxa de crescimento do PIB da Índia
A economia da Índia continua a crescer vagarosamente. Seu Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a 6,5% no ano fiscal que terminou em março de 2012. Esse é o índice anual mais baixo desde março de 2003.
O governo da Índia disse que o PIB do país cresceu 5,3% no trimestre de janeiro a março comparado ao mesmo trimestre do ano passado. Esse índice está abaixo do esperado pelo mercado. O setor manufatureiro verificou uma leve contração em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
Preocupações com a dívida na zona do euro pesaram nas exportações do país. A desvalorização da moeda indiana, a rúpia, elevou os custos da importação de petróleo. Esse fato também contribuiu para a redução da taxa de crescimento.
Companhias estrangeiras estão cautelosas em relação a investimentos na Índia, pois ainda não está claro se o país promoverá a abertura de setores como o varejista e bancário.
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