O premiê indiano, Manmohan Singh comprometeu-se a avançar na assistência
econômica a Mianmar para ajudar a nação a se democratizar. A ação tem
como finalidade criar uma contraposição à crescente influência da China
no país do sudeste asiático.
Singh encontrou-se com o presidente de Mianmar Thein Sein na
segunda-feira, após chegar à capital do país, Naypyidaw, no domingo.
Durante a reunião, Singh prometeu expandir a assistência da Índia a
Mianmar, em especial na construção de sistemas de transportes conectando
as duas nações. Singh também disse que a Índia está pronta para
compartilhar sua experiência democrática com Mianmar.
A Índia não seguiu as sanções do ocidente contra Mianmar e continuou com
sua assistência em projetos de construção, incluindo instalações
portuárias. Ainda assim, a Índia tem ficado atrás da China, que está
expandindo sua influência política e econômica em Mianmar através de
ajuda em altas quantias.
Singh é o primeiro premiê indiano a visitar Mianmar em 25 anos. Ele se
encontrará como a líder pró-democracia Aung San Suu Kyi na terça-feira.
Escrevendo noticiário que foi publicado pela NHK(Emissora pública do Japão). Quem quer ler notícias mais recentes, siga o link NHK World
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Presidente da Coreia do Sul critica grupos pró-Coreia do Norte existentes em seu país
O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak criticou pela primeira vez
os grupos pró-Pyongyang existentes na Coreia do Sul por acatarem as
declarações da Coreia do Norte.
Ao se dirigir ao público em um programa de rádio e internet na segunda-feira, Lee falou sobre tais grupos e sobre sua visita a Mianmar no início deste mês. O presidente disse ter visitado um local em Yangun em homenagem às vítimas sul-coreanas de um atentado terrorista a bomba em 1983. O atentado tinha como alvo o então presidente sul-coreano Chun Doo-hwan. O ataque matou 21 sul-coreanos, incluindo ministros.
Lee criticou a Coreia do Norte por esta ter negado seu envolvimento no incidente de Rangoon e no afundamento de um navio sul-coreano em 2010. Além disso, o presidente disse que o maior problema são os grupos existentes na Coreia do Sul em defesa da posição da Coreia do Norte. Segundo o presidente, esses grupos aceitam cegamente a posição da Coreia do Norte.
Ao se dirigir ao público em um programa de rádio e internet na segunda-feira, Lee falou sobre tais grupos e sobre sua visita a Mianmar no início deste mês. O presidente disse ter visitado um local em Yangun em homenagem às vítimas sul-coreanas de um atentado terrorista a bomba em 1983. O atentado tinha como alvo o então presidente sul-coreano Chun Doo-hwan. O ataque matou 21 sul-coreanos, incluindo ministros.
Lee criticou a Coreia do Norte por esta ter negado seu envolvimento no incidente de Rangoon e no afundamento de um navio sul-coreano em 2010. Além disso, o presidente disse que o maior problema são os grupos existentes na Coreia do Sul em defesa da posição da Coreia do Norte. Segundo o presidente, esses grupos aceitam cegamente a posição da Coreia do Norte.
Maior parte de Fukushima decide reabrir piscinas de escolas após descontaminação
Por volta de 80% dos municípios da província de Fukushima planejam
reabrir, a partir do verão japonês, as piscinas descobertas das escolas
de ensino fundamental.
No ano passado, após o desastre de 11 de março na usina nuclear Fukushima 1, trinta e uma cidades e vilarejos da província deixaram de retomar as aulas de natação nas piscinas descobertas.
Um levantamento da NHK mostra que 25, ou aproximadamente 80% dos municípios disseram que as piscinas descobertas reabrirão neste ano. Atualmente, após os esforços de descontaminação, as piscinas são consideradas seguras.
Alguns municípios pedirão às escolas que adotem medidas complementares para limitar a exposição dos estudantes à radiação. Tais medidas incluem a condução de exercícios de aquecimento em lugares fechados e assegurar que areia não seja trazida para áreas próximas às piscinas.
A cidade de Koriyama e outras três decidirão se reabrirão as piscinas depois de procedimentos de descontaminação.
No ano passado, após o desastre de 11 de março na usina nuclear Fukushima 1, trinta e uma cidades e vilarejos da província deixaram de retomar as aulas de natação nas piscinas descobertas.
Um levantamento da NHK mostra que 25, ou aproximadamente 80% dos municípios disseram que as piscinas descobertas reabrirão neste ano. Atualmente, após os esforços de descontaminação, as piscinas são consideradas seguras.
Alguns municípios pedirão às escolas que adotem medidas complementares para limitar a exposição dos estudantes à radiação. Tais medidas incluem a condução de exercícios de aquecimento em lugares fechados e assegurar que areia não seja trazida para áreas próximas às piscinas.
A cidade de Koriyama e outras três decidirão se reabrirão as piscinas depois de procedimentos de descontaminação.
Considerações sobre o trabalho de remoção de varetas de combustível nuclear da usina de Fukushima
No Comentário de hoje, conversamos com o professor Akio Koyama do
Instituto de Pesquisas de Reatores da Universidade de Kyoto sobre a
remoção das varetas de combustível da usina nuclear Fukushima 1.
Perguntamos a ele como o trabalho será realizado.
O professor diz que as varetas de combustível que serão retiradas em julho não foram utilizadas e que os núcleos do combustível não passaram por um processo de fissão. A radiação emitida pelo urânio apresenta quase o mesmo nível daquele encontrado no meio natural. O professor acredita que o vaso de contenção em que as varetas estão será retirado com o uso de equipamentos pesados, como guindastes.
Ao mesmo tempo, na piscina de contenção do reator, existem 1.331 varetas de combustível usado, que correspondem a mais de 80% do total. O nível de radiação que elas emitem é muito alto, o que impede que elas sejam extraídas nas condições em que estão, já que houve um processo de fissão nuclear. Então, antes da remoção das varetas, recipientes com água para bloquear a radiação serão colocados na piscina de contenção. As varetas de combustível usado serão, então, colocadas em recipientes para serem removidas.
O governo japonês planeja iniciar o trabalho de remoção no próximo ano. Perguntamos ao professor quais desafios estariam por vir.
Ele diz que, até o momento, medições do nível de radiação da água da piscina sugerem não ter havido grandes danos às varetas de combustível usado. No entanto, seria necessário examinar diretamente as condições do combustível usado, como uma forma de precaução. Segundo o professor, se as barras de combustível usado tiverem sido danificadas pelos destroços derivados da explosão de hidrogênio que ocorreu logo depois do acidente nuclear, produtos de uma fissão podem ter se espalhado na água. Isso deve tornar o trabalho de remoção ainda mais dificultoso.
Também há preocupações quanto à resistência do prédio do reator, como se ele seria capaz de resistir a um novo terremoto de grandes proporções. Isso de deve ao fato de que o desastre de 11 de março e a explosão de hidrogênio que se seguiu provavelmente enfraqueceram a estrutura e a resistência a terremotos do prédio.
Se o prédio desabar e fizer as varetas de combustível caírem e se acumularem umas sobre as outras, o calor gerado pode alcançar um alto nível. Isso pode fazer que os tubos de revestimento derretam.
Se isso acontecer, substâncias radioativas podem vazar dos tubos. A retirada, então, de uma única vareta de combustível pode fazer a diferença na redução de riscos. Assim, o professor conclui dizendo que é vital que o trabalho de remoção aconteça o mais rápido possível.
Este foi o comentário.
Perguntamos a ele como o trabalho será realizado.
O professor diz que as varetas de combustível que serão retiradas em julho não foram utilizadas e que os núcleos do combustível não passaram por um processo de fissão. A radiação emitida pelo urânio apresenta quase o mesmo nível daquele encontrado no meio natural. O professor acredita que o vaso de contenção em que as varetas estão será retirado com o uso de equipamentos pesados, como guindastes.
Ao mesmo tempo, na piscina de contenção do reator, existem 1.331 varetas de combustível usado, que correspondem a mais de 80% do total. O nível de radiação que elas emitem é muito alto, o que impede que elas sejam extraídas nas condições em que estão, já que houve um processo de fissão nuclear. Então, antes da remoção das varetas, recipientes com água para bloquear a radiação serão colocados na piscina de contenção. As varetas de combustível usado serão, então, colocadas em recipientes para serem removidas.
O governo japonês planeja iniciar o trabalho de remoção no próximo ano. Perguntamos ao professor quais desafios estariam por vir.
Ele diz que, até o momento, medições do nível de radiação da água da piscina sugerem não ter havido grandes danos às varetas de combustível usado. No entanto, seria necessário examinar diretamente as condições do combustível usado, como uma forma de precaução. Segundo o professor, se as barras de combustível usado tiverem sido danificadas pelos destroços derivados da explosão de hidrogênio que ocorreu logo depois do acidente nuclear, produtos de uma fissão podem ter se espalhado na água. Isso deve tornar o trabalho de remoção ainda mais dificultoso.
Também há preocupações quanto à resistência do prédio do reator, como se ele seria capaz de resistir a um novo terremoto de grandes proporções. Isso de deve ao fato de que o desastre de 11 de março e a explosão de hidrogênio que se seguiu provavelmente enfraqueceram a estrutura e a resistência a terremotos do prédio.
Se o prédio desabar e fizer as varetas de combustível caírem e se acumularem umas sobre as outras, o calor gerado pode alcançar um alto nível. Isso pode fazer que os tubos de revestimento derretam.
Se isso acontecer, substâncias radioativas podem vazar dos tubos. A retirada, então, de uma única vareta de combustível pode fazer a diferença na redução de riscos. Assim, o professor conclui dizendo que é vital que o trabalho de remoção aconteça o mais rápido possível.
Este foi o comentário.
Tepco decide remover combustível não usado do reator número 4 de Fukushima
A empresa que administra a usina nuclear Fukushima 1 decidiu remover
duas varetas de combustível não usadas de uma piscina de armazenamento
do reator número 4 para verificar se estas sofreram danos.
A decisão foi tomada em preparação para a retirada de uma grande parte das 1.535 varetas de combustível usadas e não usadas que estão na piscina, e que poderiam representar um perigo em caso de um novo terremoto.
A Companhia de Energia Elétrica de Tóquio (Tepco) pretende remover as duas varetas de combustível da piscina em julho. A remoção de varetas de combustível não usadas não é tão perigosa como a remoção de varetas usadas.
Se a retirada for bem sucedida, a Tepco planeja iniciar no ano que vem a remoção do combustível restante.
No reator número 4, não houve um derretimento por ocasião do grande terremoto e tsunami do ano passado porque o reator estava paralisado. No entanto, áreas próximas à piscina ficaram bastante danificadas quando hidrogênio do reator número 3 penetrou no reator 4 e explodiu.
A decisão foi tomada em preparação para a retirada de uma grande parte das 1.535 varetas de combustível usadas e não usadas que estão na piscina, e que poderiam representar um perigo em caso de um novo terremoto.
A Companhia de Energia Elétrica de Tóquio (Tepco) pretende remover as duas varetas de combustível da piscina em julho. A remoção de varetas de combustível não usadas não é tão perigosa como a remoção de varetas usadas.
Se a retirada for bem sucedida, a Tepco planeja iniciar no ano que vem a remoção do combustível restante.
No reator número 4, não houve um derretimento por ocasião do grande terremoto e tsunami do ano passado porque o reator estava paralisado. No entanto, áreas próximas à piscina ficaram bastante danificadas quando hidrogênio do reator número 3 penetrou no reator 4 e explodiu.
Ex-primeiro-ministro do Japão pede fim do uso de energia nuclear no país
O ex-primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, disse que o acidente nuclear
em Fukushima o convenceu de que, por motivos de segurança, o Japão deve
acabar com a sua dependência de energia nuclear.
Na segunda-feira, Naoto Kan participou de um audiência de um comitê indicado pelo Parlamento para investigar o acidente na usina nuclear Fukushima 1, que se iniciou no dia 11 de março do ano passado. Ele apresentou desculpas por não ter evitado, na posição de chefe do governo, o acidente.
Kan disse que uma agência de segurança nuclear não havia se pronunciado sobre o que aconteceria em um acidente como o ocorrido. Além disso, de acordo com ele, o governo não havia recebido informações a partir de outras fontes.
O ex-primeiro-ministro criticou aquilo que classificou como um círculo fechado composto por tomadores de decisão em matéria nuclear, especialistas e membros da classe empresarial. Tal grupo teria tentado manter o seu poder sem qualquer ponderação após o acidente.
O comitê planeja preparar um relatório sobre sua investigação no mais tardar até o próximo mês e apresentá-lo aos líderes das duas casas do Parlamento.
Na segunda-feira, Naoto Kan participou de um audiência de um comitê indicado pelo Parlamento para investigar o acidente na usina nuclear Fukushima 1, que se iniciou no dia 11 de março do ano passado. Ele apresentou desculpas por não ter evitado, na posição de chefe do governo, o acidente.
Kan disse que uma agência de segurança nuclear não havia se pronunciado sobre o que aconteceria em um acidente como o ocorrido. Além disso, de acordo com ele, o governo não havia recebido informações a partir de outras fontes.
O ex-primeiro-ministro criticou aquilo que classificou como um círculo fechado composto por tomadores de decisão em matéria nuclear, especialistas e membros da classe empresarial. Tal grupo teria tentado manter o seu poder sem qualquer ponderação após o acidente.
O comitê planeja preparar um relatório sobre sua investigação no mais tardar até o próximo mês e apresentá-lo aos líderes das duas casas do Parlamento.
domingo, 27 de maio de 2012
Crianças desenham mensagens de agradecimento em arrozais japoneses
Crianças de uma cidade da região nordeste do Japão afetada pelo
megamaremoto de 2011 plantaram mudas de arroz em várias cores como meio
de transmitir uma mensagem de agradecimento aos que colaboraram na
reconstrução da região.
Cerca de 250 pessoas, incluindo alunos do ensino fundamental, participaram domingo do evento de plantio de arroz em lavouras da cidade de Natori, da província de Miyagi.
No ano passado, agricultores locais ficaram incapacitados de plantar arroz por causa dos danos resultantes do terremoto e do tsunami.
As crianças plantaram mudas de três variedades de arroz, que depois de crescerem terão folhas nas cores verde, amarelo e violeta.
Quando atingirem a altura de 30 centímetros, as plantas exibirão a inscrição "Arigatô" e outras mensagens.
Com um crescimento sadio das plantas, as mensagens deverão aparecer já no final de junho.
Cerca de 250 pessoas, incluindo alunos do ensino fundamental, participaram domingo do evento de plantio de arroz em lavouras da cidade de Natori, da província de Miyagi.
No ano passado, agricultores locais ficaram incapacitados de plantar arroz por causa dos danos resultantes do terremoto e do tsunami.
As crianças plantaram mudas de três variedades de arroz, que depois de crescerem terão folhas nas cores verde, amarelo e violeta.
Quando atingirem a altura de 30 centímetros, as plantas exibirão a inscrição "Arigatô" e outras mensagens.
Com um crescimento sadio das plantas, as mensagens deverão aparecer já no final de junho.
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